— Áreas de Atuação
Vasectomia
Um procedimento simples, seguro e definitivo:
Explicado com clareza para que sua decisão seja tranquila e bem informada.
Muitas dúvidas pairam sobre a cirurgia, e ainda hoje, vários homens têm medo do procedimento. Medo de a cirurgia causar impotência sexual ou aumentar o risco de câncer de testículo são lendas urbanas que precisam ser esclarecidas.
Quando considerar a vasectomia?
- Homens que não desejam ter filhos
- Homens que já têm filhos e consideram a família completa
- Homens que buscam um método contraceptivo definitivo
- Casais que decidiram, em conjunto, não ter novas gestações
- Homens que compreendem que a vasectomia deve ser considerada um método permanente de contracepção
— Perguntas frequentes
Tudo o que você precisa saber
Os espermatozoides são produzidos por cada um dos testículos e viaja até o pênis através de um dos dois tubos, chamados ductos deferentes. No caminho, os espermatozoides se misturam com outros líquidos para formar o sêmen, que é eliminado durante a ejaculação ( apenas 5% do volume do sêmen é formado por espermatozoides).
A vasectomia nada mais é do que um procedimento cirúrgico para cortar esses canais (ductos deferentes) que transportam os espermatozoides.
Consiste em uma cirurgia de pequeno porte e relativamente simples. Pode ser realizada no próprio consultório sob anestesia local ( injeção de anestésico no local do corte), onde o paciente vai perder temporariamente a sensibilidade e não terá dor, mas ficará acordado. Pode ser realizada ainda no hospital sob sedação, onde um anestesista irá acompanhar o procedimento e injetar um anestésico na veia do paciente, que adormecerá.
Os testículos não são afetados pela cirurgia, continuam produzindo espermatozoides ( que agora serão absorvidos pelo organismo) e sintetizando testosterona normalmente. Não existe nenhuma alteração na sensibilidade, prazer ou orgasmo nos homens. O sêmen ainda existe e será eliminado durante o ato sexual, mas agora sem os espermatozoides.
O paciente normalmente recebe alta no mesmo dia do procedimento e deve ficar sem dirigir no primeiro dia. Atividades leves são liberadas após 3 dias e após 7 dias, o paciente já esta liberado para ter relações sexuais ( protegidas). A dor costuma ser controlada com anti-inflamatórios e analgésicos. Orienta-se o uso de gelo ou suspensório escrotal para diminuir o edema / inchaço local.
As relações sexuais desprotegidas só serão liberadas após 2-3 meses, quando serão solicitados novos exames ( espermograma) e esses devem vir sem a presença de espermatozoides viáveis.
As complicações da vasectomia são raras. A mais importante costuma ser o hematoma (3-5% dos casos) – em que a bolsa testicular aumenta de volume e o paciente refere dor. Outra complicação é a infecção, quando, além do aumento de volume e dor, o paciente notará calor local e pode apresentar febre. Nessas situações, o urologista ou pronto atendimento devem ser procurados o quanto antes.
Entre as complicações crônicas, podemos citar a dor crônica (5%) que pode necessitar de tratamento medicamentoso ou invasivo e a presença de granuloma espermático (15-40%). Este último, não é considerado uma complicação propriamente dita, mas o paciente percebe um nódulo interno palpável na altura do corte quando realiza o auto-exame.
Existe uma taxa de falha descrita na literatura de 1 a 2 gestações a cada 1000 procedimentos realizados. Mas esse número pode variar entre as técnicas empregadas e a experiência do cirurgião. Aconselha-se sempre a procurar um urologista de confiança.
Tire suas dúvidas
Agende uma consulta e entenda, caso a caso, se a vasectomia é a melhor opção para você.